sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Acessem!!!!

Aos pocuos que acessam este humilde blos, indico o Blog Um Sábado Qualquer, simplesmente fantástico e muito engracaçado. Acessem!!!!

PS - Se possível leiam desde o começo, pois se trata de uma história.....








* Desenho tirado do blog Um Sábado Qualquer

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Casamento perfeito

Um Estado laico é aquele que não sofre influência ou controle por parte de qualquer instituição religiosa, pregando a liberdade religiosa do povo. Segundo a constituição nossa bela nação é um Estado laico, mas não funciona bem assim....

No final do mês passado a Câmara dos Deputados concendeu ao povo brasileiro duas provas de que o Etado não é laico. Foi aprovado o projeto de lei que torna as intituiçõs religiosas isentas de tributos e autoriza o ensino da doutrina católica nas escolas, além de reconhcer a instituição juridicamente.

O texto do projeto apenas beneficia a igreja católica, já que o acordo foi fechado entre nosso querido presidente Lula e o Vaticano. Mas com os protestos de evangélicos, foi decidido que o projeto atenderia a todas as religiões, desde que não violassem a constituição. Lavagem de dinheiro, pedofilia, desvio de verbas e outras cositas más não infringem as leis né!?

Toda criança busca exemplos para seguir, às vezes professores. Ao instituir o ensino religioso nas escolas, mesmo que opcional, o governo brasileiro aceitou que a doutrina católica seja levada aos alunos, pois alguém acredita que ensinaram a doutrina da igreja universal aos pequenos. Vamos fazer um exame de raciocínio lógico.... Crianças acreditam que o professor é detentor do conhecimento, ao menos até a 6ª série. Em ciências podem ouvir o professor falar em evolução, mas algum professor vai lhes falar sobre Adão e Eva, o que alguns alunos podem tomar como verdade. Crianças adoram histórias de fantasia, como a que a bíblia conta. Resumindo, será mesmo que nosso futuro não será influenciado pela doutrina católica e estamos vendo mais um tentáculo da igreja católica em busca de fiéis (contribuintes).

Conhecendo um pouca da história brasileira podemos entender melhor nosso Estado laico:

Na década de 50, foi criado o CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), espécie de conselho para tratar de temas importantes para brasileiros e fiéis e auxiliar nos interesses da ingreja católica dentro do país. Desde então o governo brasileiro se preocupa em ouvir a opinião deste sábios enviados por deus, para tomar decisões de extrema importância. Ou seja, um estado laico, que não deve ser influenciado por qualquer religião, pede conselhos a representantes da instituição religiosa com maior registro de crimes na história. Ainda aparece um ministro, no caso Tarso Genro (Justiça), afirmando que o acordo com o papa não contaria a laicidade do país. Mais uma vez fomos chamados de ignorantes, mas sequer perebemos.

O projeto ainda prevê que o casamento na igreja católica seja reconhecido como união civil, mas e o casamento na sinagoga ou no terreiro sequer foi citado. Será que o Estado também reconhecerá? E sobre a questão de tributos, nem tenho o que falar. Pois mesmo se a igreja pagasse, nunca chegaria ao destino final......

Há pouco tempo uma professora da minha faculdade teve a infelicidade de dizer que não existe ateu feliz, que todos aqueles que não acreditam em deus esperam ser contrariados e ter provas da sua existência. Ela disse acreditar que o acordo firmado entre Lula e o papa foi feito pois vivemos em um país de maioria católica (cerca de 80% da população). Primeiro, parte dos “católicos” tem medo de assumir que não acreditam em nada ou não conhecem outras dotrinas religiosas. Segundo, em uma faculdade de jornalismo o mínimo que se espera são profissionais imparciais, requesito básico para exercimento da profissão. Um coisa é criticar com fundamentos, mas uma declaração como esta apenas demonstra preconceito.

Ateus, na minha humilde opinião, são realistas, pois acreditam no que pode ser provado, mas não deixam de ser felizes. Tenho pena de quem acredita em uma religião como a católica, pois não critico a fé em deus, que mesmo inexplicável é benéfica, mas sim a crença em instituições cuja história é marcada por sangue e corrupção.

"Eu sou contra a religião porque elas nos ensina a contentarmo-nos com a nossa imcompreensão do mundo" Richard Dawkins, evolucionista e ateu.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Fica Sarney! O povo clama

Hipócritas, todos somos. Crise política, é como definimos a decadência de mais uma corja ou agrupamento de representantes nacionais. Mas será que estamos assistindo algo novo? Ou melhor, será que mais esta crise no legislativo brasileiro não podería ser prevista? Deveria....

Para entender o porque somos culpados pela corrupção de nossos digníssimos representantes, temos de lembrar do passado, algo díficil para o brasileiro.....

1984 – O povo sai às ruas, bradando, em uma só voz “Diretas Já”. São milhões de vencedores, que tem como prêmio o direito de escolher o presidente, algum dia. Um clarão de esperança surge nas eleições de 84, indiretamente, Tancredo Neves é eleito. Mas quem assume após o fim da esperança? José Sarney.... Chegamos em 1989, o “bigodudo”, aparentemente, deixa o poder.

Eleições diretas, enfim.... Temos a chance de escolher o lider da nação tupiniquim, Fernando Collor de Mello, o caçador de marajás. Antes do fim do mandato presidencial, mais uma vitória nacional, o impeachment de Collor. Mas será que realmente vencemos? Só sei de uma coisa, caso ele volte a exercer qualquer cargo político, os papéis se invertem, nós somos os derrotados.
Vivemos em uma país teoricamente democrático, sendo assim, temos a ferramenta da revolução, o voto. Mas, como um homem das cavernas que vê o fogo pela primeira vez, ficamos estupefatos e aterrorizados, pois não sabemos exercer tal poder, nunca nos foi ensinado. Quer uma prova? Que tal um bolsa família....

Se chegamos ao ponto de eleger um ex-presidente, destituído do cargo, como senador, temos de perdoar um pobre cidadão maranhense, que apenas queria garantir o ganha pão de sua família. Quer dizer, um cidadão extraordinário, incomum, que não pode ser tratado como um de nós, um qualquer, um reles mortal. Segundo Lula.

Chega de floreios e brincadeiras, o povo é burro e ponto. Esperto são nossos líderes, os políticos, que conhecem nosso problema de amnésia. Exemplos: Sarney, Collor, Lula e possivelmente a companheira Dilma.

Merecemos o país que temos, nós escolhemos os homens que o lideram. Então fica Sarney e nos ensine a deixar de lado a hipocrisia, pois melhor que viver na falsa esperança é encarar a verdade.


“Brasil, ame-o e deixe-o. O último apaga a luz”, Renato Manfredinni Júnior.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O resto nasce a partir daqui!

Iremos agora abordar mais um trunfo da igreja católica, ponto este defendido estrategicamente. A tese do destino, segundo a qual, todas as ações do homem são pré-designadas pela vontade de um ser divino. Cansa-se de ouvir na missa que quando alguém se cura de uma doença, enriquece ou obtém qualquer tipo de glória, foi à vontade do senhor que se manifestou. Porém, lógica e racionalmente, podemos creditar a este ser assassinatos, estupros e os grandes males que afetam este mundo. Pois quando se doa um alimento a uma pessoa que passa fome, estou sendo guiado por deus. Entretanto foi ele que abandonou este indivíduo, deixando-o à mercê das diversas mazelas sociais, como a violência e a fome. Sendo assim massacres como o holocausto, a bomba de Hiroshima e o 11 de setembro, são apenas manifestações da superioridade de deus.

Até mesmo quando uma menina de nove anos é seqüestrada, assassinada, esquartejada e estuprada, estamos diante da vontade de deus, pois como a própria igreja ensina que todo ser humano têm um destino traçado por ele. O que dizer de pessoas como Hitler, que de acordo com a doutrina enviado por deus, estaria apenas cumprindo o seu destino.

Portanto deus e as demais doutrinas criadas pelos ditadores inescrupulosos que lideram milhões de fiéis ao redor do globo são apenas mecanismos de controle em massa, que visam manipular as pessoas e escravizá-las através do medo e da crença na salvação divina. O que nos resta é pensar sobre o verdadeiro papel das doutrinas religiosas e estudar a sua viabilidade, após tantos conflitos e atos violentos em nome de deus.

Ao fim deste ensaio ouso discordar de quem me deu base para escrever sobre este tema. Quando Nietzsche diz a seguinte frase: "Deus está morto. E eu também”, necessito contrariá-lo, pois apenas morre aquilo que um dia teve vida, existiu. Como diz Sartre: “A existência precede a essência”, e sendo assim, não se pode declarar morto algo que nunca existiu. Morto está quem segue uma doutrina marcada pelas inverdades e pelo sangue. Meu caro leitor, estamos nós diante da maior mentira da história humana, uma falácia que acabou por se tornar a verdade dos fracos, deus. Termino como Nietzsche, na esperança que a humanidade supere esta mentira e possa dizer:

O RESTO NASCE A PARTIR DAQUI!


Este trecho foi retirado do ensaio “A invenção de deus e da doutrina católica como forma de manipulação do ser humano”, de autoria própria.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Ônibus 174 - O retrato de um marginal

Escrevo este texto com raiva, do policial que assassinou uma garota, do criminoso, da sociedade, da mídia e acima de tudo dos denfesores de bandidos (o velho código dos direitos humanos). Para quem não sabe, um bandido chamado Sandro, sequestrou um ônibus no RJ com cerca de 10 reféns, caso este terminando com o assassinato de Geísa, 20 anos, além da morte do sequestrador. Acabo de assistir o documentário de José Padilha sobre o caso, muito bom por sinal, porém como todo filme que mostra o lado do bandido, acaba por tentar justificar a ação do mesmo.

O primeiro ponto é o conhecido despreparo técnico, tático e a falta de equipamentos dos policiais brasileiros, que tiverem diversas chances claras de matar o bandido, mas não o fizeram. Sendo que quando o sequestrador deixou o ônibus em poder de uma refém, um PM tentou matar Sandro pelas costas e acabou atingindo a refém, entretanto ele foi julgado, absolvido em júri popular e ainda trabalha na corporação. Parte da culpa também pode ser atribuída, como sempre, a imprensa, que prejudica a ação dos policiais que temem matar o bandido, pois sabem que caso executem mais um amrginal, irão sofrer críticas errôneas. A mídia também dá demasiado poder ao sequestrador e fazem de um caso como este, material para aumentar o ibope. Mas sem dúvida o culpado de tudo isto se chama Sandro, que desde criança era bandido e morreu como um deles.

Repúdio sinto da "assistente social", Ivone, que a todo momento defende os criminosos, colocando a culpa na sociedade, que os marginaliza. Sem dúvida a sociedade têm sua parcela de culpa, porém como se explica o caso Limdemberg, que não era pobre e mesmo assim fez o que fez. Ivone defende o bandido sempre, colocando a culpa no fato de Sandro ter visto sua mãe ser assassinada e se tornado menino de rua muito cedo. Contudo segundo relatos dos outros meninos de rua que viviam com ele, Sandro, roubava e usava drogas. Não adianta falar que pelo fato de não se ter opção, o roubo, é uma maneira de se dar bem, é errado e ponto final. Como um dos meninos de rua dizem "o roubo e um meio de vida".

Concordo que temos de nos preocupar com a situação social do país, mas nada justifica a ação de um bandido como ele, entretanto não merecia ser assassinado por policiais dentro a viatura, mas sim ser preso, como ele temia e merecia. Sou a favor da pena de morte, porém não neste caso. Fico com pena da mulher que adotou por um tempo o sequestrador como filho, não pela perda, mas sim pelo fato de esperar algo de bom, vindo de um bandido.

O fato de estar com ódio de tudo que se passou e ainda se passa neste país, só me tira esperança de um dia sermos uma nação unida e próspera, mas voltarei a escrever sobre isto, com mais calma e lógica. Só deixe um conselho, assitam ao Ônibus 174 de José Padilha e reflitam, vale a pena.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Funk da Penetração




Sem dúvida o título deste post choca, mesmo nos dias de “Cada um no seu quadrado”, “Creu” ou qualquer tipo de música com insinuações sexuais ou agressões, mas a hipocrisia toma conta do brasileiro de tal forma, que o nome de uma música não pode ser chocante como este, mas o conteúdo não importa, pois para um país que já viveu a Bossa Nova, Tropicalismo e outras ondas musicais que gerou grandes cantores e compositores, melhor dizendo, gênios ao nível de João Gilberto, Caetano, O Poetinha e tantos outros, ouvir Silvano Sales, Mc Creu e tantos outros que fazem sucesso Brasil afora, chega a ser um desrespeito com a história musical deste país. Não temos, sendo grande parte da culpa da mídia tupiniquim, o menor senso crítico para julgar as condições de um pretenso artista a expor trabalhos de qualidade no mínimo duvidosa.

A charge de Mauricio Ricardo retrata o crescimento sem escrúpulos da indústria cultural, onde uma música não mais é composta, criada e apreciada, ela é apenas produzida em série, com formatos padrões para que o público possa consumir mais um enlatado indigesto. Nunca se imaginou que Créu, Amor de Buzú ou outra música desta laia pudesse fazer sucesso em uma terra que já produziu Elis Regina, Roberto Carlos e Tim Maia.

Pena que o capitalismo e a ignorância tenham destruído o pouco que restava de decência e qualidade no Brasil, só nos resta agora é sentar e comemorar a Bossa Nova.

Acompanhe a charge e reflita!


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Manipulação Religiosa!

Acredito que o problema do ser humano não é a diferença em si, mas como lidamos com estas diferenças. A religião é uma delas, pois não há motivo para católicos e seguidores do candomblé entrarem em conflito, há espaço suficiente paras as duas doutrinas seguirem paralelamente. O grande problema é que o ser humano não aceita o diferente, sendo assim, um católico fervoroso além de não seguir o candomblé não aceita outro ser humano que pratique a religião, gerando conflitos que vão desde a exclusão, até a hostilidade.

As guerras religiosas estão em todo mundo, mas são apenas a máscara do real motivo que leva a uma guerra. Os israelenses e palestinos usam suas religiões para legitimar um banho de sangue, mas na verdade a briga é por território, apenas é usado a questão da “terra sagrada” para que ambos tenham “direito” a guerrear.

Existem outros inúmeros exemplos, como a guerra entre a Irlanda protestante e católica, porém todas são iguais, usando religião para esconder seus motivos. Utilizo aqui a chamada guerra santa para explicar a intolerância religiosa, pois a igreja católica usou deus (coloco em minúsculo pois não se pode obrigar alguém a aceitar que realmente existe este ser) para dominar terras, ao dizer que eram enviados divinos para doutrinar os pagãos (infiéis). O resultado foi o massacre de milhares de pessoas, transformando a igreja na maior genocida da história. Ou seja, a religião foi usada por seus seguidores como a força política necessária para que um massacre fosse feito e a igreja pudesse alcançar o patamar de poder que detém atualmente. Será que deus realmente queria isto? Ou será que ele não é apenas mais uma criação oportuna?

Portanto acredito que o problema, como sempre, não são as religiões, mas sim quem a segue. Creio que estou melhor sem um religião, pois não aceito que me digam o que fazer, o que pensar ou em que acreditar. E acima de tudo não consigo imaginar em destino, gosto de controlar minha vida.

domingo, 26 de outubro de 2008

Queimem meu voto!

Pode me chamar de hipócrita ou qualquer outro nome que lhe convenha, pois no momento em que digitei a primeira letra me sujeitei ao seu julgamento. Porém tem uma coisa entalada na minha garganta que preciso dizer, eleitor brasileiro é burro!

Pronto que alívio, tomara que os grandes defensores da democracia não me ouçam, mas não adianta dizer que a culpa é do sistema político, dos candidatos ou do Lula. Mas a culpa é do eleitor, inclusive este humilde autor, pois toda vez que vamos para as urnas temos a opção de votar no “menos pior”, no melhor jingle, no melhor gritinho, no tio de um amigo ou até nulo.

Ai você me pergunta se o nulo serve, infelizmente tenho de confessar que não, pois o povo aqui não é povo. Para só um instante para um momento de reflexão “Quando o povo descobre que é povo, está armada a revolução”.Mas no país tupiniquim somos todos cordeirinhos drogados prontos para o abate.

Mas se um dia todos decidirem dar as costas para os políticos me avisem e votamos todos no grande candidato NULO, se der certo não tem pra onde correr, a eleição não têm resultado e ponto. Então chega de dizer que só tem candidato ruim ou ladrão, sei que todos o são, mas temos opção.

Agora com todo respeito, mas vêm um zé mané de porre e votar em Leokret para protestar, deu no que deu, terninho vai ser cor de rosa e banheiro têm que ser feminino, mas sem Tia Erón. Outros bons votos foram em um candidato que em quatro anos foi abandonado por todos e decretou emergência, mas seria melhor calamidade pública. Mas tem outro muito bom, aquele amigo de Lula, isso que é candidato, amigo de Lula e ponto, com ou sem montagem...

Então beleza joga tudo nas mãos de deus e vamos pra mais quatro anos de sofrimento ou oito, sei lá! Pior pra mim que não ganho esmola do governo e não acredito em deus. Depois me dizem pra ter esperança no Brasil, mas o Brasil não têm esperança no seu povo.

domingo, 19 de outubro de 2008

Incompetência mata!

Mais uma vez a polícia brasileira demonstrou seu despreparo e falta de inteligência. Tanto na ridícula guerra entre polícias civis e militares na capital paulista, onde nada fez o Governo para impedir o confronto. Depois no caso de Santo André, onde preferiram garantir a segurança de um psicopata criminoso e arriscar a vida de duas adolescentes.

Em primeiro lugar não adianta negociar por dias e dias com um bandido como Lindenberg, pois mesmo que se diga que ele era uma pessoa tranqüila, o Fantástico mostrou que o crime foi premeditado, pois o marginal informou a amigos que iriam ouvir falar dele nesta semana, além de mostrar em conversa com os negociadores, o quanto era instável e possivelmente suicida.

Outra estupidez que foi cometida por quem se diz autoridade, foi deixar uma menina de apenas 15 anos voltar ao apartamento para “negociar” e “apaziguar” o clima entre o seqüestrador e os policiais, atestando a incompetência de quem deveria agir. Estúpido quem diz que colocaria o filho no lugar de Nayara, pois ele não têm o direito de colocar seu filho em risco, muito menos a filha de uma pessoa que nem sabia o que a filha iria fazer, como disse a mãe de Nayara em entrevista ao Fantástico. O problema é que um imbecil como este policial, comanda um dos grupos mais experientes em seqüestros na América Latina,o GATE de São Paulo. Por sinal quanta experiência!!!

Por fim, o erro não foi invadir o apartamento, ação que deveria ter sido executada à muito tempo, mas sim a forma como a invasão foi realizada. Um único grupo invadiu o local, de forma extremamente desorganizada, pois deveriam ser feitas ações em conjunto, para invadir pela janela e porta, afim de desnortear o bandido. Mas não, decidiram entrar pela porta da frente, sem saber se havia algo bloqueando a entrada ou a verdadeira posição do psicopata e suas reféns.
O mais impressionante é que entre a explosão e a entrada dos policiais passa-se quase 1 minuto, tempo em que se ouve o seqüestrador efetuar 3 disparos, tiros estes que mataram Eloá e feriram sua amiga.

Portanto quem quiser confiar na polícia que confie, mas sei que com oficiais como estes nunca teremos uma segurança decente, pois policiais vão para a rua sem o equipamento e treinamento necessário. O bandido deveria ter sido morto por atiradores, assim como qualquer seqüestrador, agora o infeliz cumpre pena com sua segurança garantida pelo Estado, enquanto uma menina de 15 anos morre por causa de policiais incompetentes.

Fico com as palavras do policial brasileiro que treina a SWAT em Dallas nos EUA: “Hoje tenho vergonha de ser um policial brasileiro.”

Pra que Escrever?

Essa é uma pergunta que me faço há alguns meses, para ser mais exato desde o começo da faculdade. Claro que não estou cometendo a estupidez de me perguntar o porque de dominar a arte da escrita, mesmo que alguns não achem que dominar a lingua escrita seja importante. Questiono sobre o porque de iniciar um blog, pra que escreve-lo? Tentarei responder esta pergunta agora....

Um dos principais fatores é a vaidade, sem ela ninguém iria entrar o mundo dos blogs. O desejo de expor seus pensamentos e ideologias é inerente a quase todo ser humano, infelizmente quase, pois todos desejamos dar uma opinião sobre tudo. Porém o que realmente me leva a blogar, é a possibilidade de ser questionado, este sim é o ponto chave, saber o que pensam sobre meu pensamento. Mas também viso me testar frente a carreira que escolhi, o jornalismo.

Sempre tive opiniões fortes, sem procurar agradar a A ou B, na maioria das vezes céticas como fui percebendo de um ano pra cá, mas o que fazer é o que eu penso e pronto. Portanto este será o tema do meu blog, puras e verdadeiras opiniões, mesmo que contra todo o resto. Pois como disse Nélson Rodrigues "Toda unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar."

Dedico este blog aos que não tem medo de se expressar, aqueles que escrevem e não apenas leem, aqueles que colocam a cara pra bater. Mas acima de tudo dedico este blog a meu filho, Matheus, pois tudo que faço e por ele.

Declaro o ínicio do fim deste blog, pois a cada dia que passa este blog chega mais perto de sua morte assim como seu autor...